
Seus olhos queriam tocar meu espirito, sugando lentamente cada manifestação de contentamento. Usando uma raiva inventada pra matar um amor que não conseguia dominar. Até nas mínimas respirações via motivo de ira. Mentira. Tudo mentira. Buscava com todas as forças apagar as marcar que ficaram. Eram marcas de arado. Não era um sopro que poderia desfazer.
Atos falsos de amores inventados. Inventando uma história, como esta, pra ser sua. Cada um inventa sua história, mergulha e vive nela. Até não poder mais respirar.
É sempre assim. É pra vida toda, Sempre é tarde demais. Sempre provando ser forte e matando sua própria felicidade só para manter o orgulho. Mas orgulho não nivela o rosto. Orgulho não faz brilhar o olhar. Pelo contrario: só faz cultivar amarguras. Até ser tarde demais.
Quando passar. Quando tudo isto passar de novo, quero que ainda sobre tempo pra rir. Na minha mente, tenho muito tempo. Tenho sorte. Ainda espero construir, mudar tudo. O tempo. Meu tempo eu aprendi com Einstein. Ele quase pára, pois meus pensamentos viajam a velocidade da luz.

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home